O Projeto do Parque Agrotecnológico de Barretos é uma iniciativa conjunta da Prefeitura Municipal de Barretos,da UNIFEB Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos e do IBT - Instituto Barretos de Tecnologia. Entretanto como o principal indutor é o Governo do Estado de São Paulo, Barretos ficou aguardando sinais de uma política pública que definisse diretrizes para o seu desenvolvimento. Em 2005/2006 o Governo do Estado divulgou a retomada da discussão dos parques tecnológicos no Estado. Barretos desenvolveu o Projeto do Parque Tecnológico focado no Agronegócio, vocação forte da sua região e que por essa razão foi denominado Parque Agrotecnológico de Barretos como um projeto de desenvolvimento regional envolvendo 28 municípios. 

 
 

CONCEPÇÃO: O QUE É O PARQUE AGROTECNOLÓGICO


O Parque Agrotecnológico é definido como uma organização urbana em uma área geográfica construída e delimitada voltada para empreendimentos em atividades do conhecimento, ou seja, compreende atividades de pesquisa e desenvolvimento – P&D para a produção de bens e serviços baseados na ciência. Em termos organizacionais é constituído por uma Agência de Inovação, subordinada a um Conselho Deliberativo constituído por quatro tipos de instituições: Universidades (IES) atuantes em E&P&D – C&T, Centros e Institutos de Pesquisa, empresas de alta tecnologia e prestadoras de serviços correlatos e Órgãos Oficiais (Municipais, Estaduais e Federais) de modo a manter um equilíbrio entre órgãos governamentais e representantes da sociedade civil. A sua Coordenação e a Gestão são assumidas por representantes das Instituições de Ensino e Pesquisa, com grande experiência e reconhecimento no meio Acadêmico, Empresarial e Governamental. 

A existência do Parque ganha substância com o estabelecimento de interações entre estas atividades organizações objetivando explorar sinergias potenciais nas atividades de P&D. Nesta perspectiva, o Parque surge como espaço privilegiado para o desenvolvimento de um mileu de inovação, que funciona como um indutor à concentração espacial de empresas de base tecnológica em um Município, Região ou Estado. Em última instância, é a vantagem competitiva tecnológica da localidade, ao invés da qualidade científica, que constitui o objetivo fim do projeto do Parque.


 

ESTRUTURA INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL 
MISSÃO DO PARQUE
 


O objetivo geral é contribuir para o desenvolvimento tecnológico do Município e de seu entorno de tal forma a consolidar sua posição como região em termos econômicos, tecnológicos e centro de serviços do País.
 

O principal objetivo específico é o de estreitar os laços das IEP – Instituições de Ensino e Pesquisa, Institutos e Centros de pesquisa com o setor produtivo empresarial através do desenvolvimento de um sistema local de inovação, em que se estabeleça um esforço institucional de articulação entre a pesquisa básica e aplicada, o desenvolvimento de produtos e processos em parceria com as empresas tecnológicas, buscando inovações e gerando benefícios para a sociedade. 

A proposta do parque é de basear esta articulação em três focos: (1) apoiar o surgimento e desenvolvimento de pequenas empresas inovadoras em tecnologias de ponta em setores já reconhecidos, tais como biotecnologia, agrotecnologia, tecnologias da informação e comunicação, ou em novas frentes que a pesquisa científica e tecnológica venha abrir, criando vantagens para as novas “janelas de oportunidade” que venham surgir; (2) abrigar laboratórios de P&D de empresas inovadoras em tecnologias de ponta de médio e grande portes podendo excepcionalmente estender a jusante suas operações para atividades manufatureiras; (3) abrigar empresas de serviços voltadas para as demandas do Parque, incluindo infraestrutura hoteleira, centro de convenções, feiras e centro de negócios. Ou seja, não se trata de um simples distrito industrial de alta tecnologia. A estratégia é criar economias tecnológicas de aglomeração através da concentração espacial de atividades de P&D no âmbito interno do Parque, com possibilidade de efeitos de transbordamento no âmbito externo, ou seja, para o entorno do Parque. 

 

ARRANJO INSTITUCIONAL 

O arranjo institucional do Parque é composto por uma parceria entre entidades públicas e privadas em que as IES – Instituições de Ensino Superior que atuam com P&D, por um lado, e as empresas privadas, por outro, têm um papel chave, dado a importância estratégica destes agentes neste tipo de empreendimento. Além da participação direta das IES, institutos de pesquisas e centros tecnológicos, no âmbito do setor público os poderes municipal e estadual entram também como parceiros do empreendimento, através de incentivos fiscais, oferta de infraestrutura física, como edificações e zoneamento urbano, e alavancagem de capital inicial (seed money).

No âmbito privado, a presença do setor empresarial e suas entidades representativas são decisivas, pois não é aceitável um Parque sem empreendedores. O coração do Parque é constituído pelas pequenas empresas emergentes de base tecnológica, que podem surgir como: empresas incubadas, recém criadas, localizadas em edificações com infraestrutura laboratorial e serviços de uso comum, nas chamadas incubadoras (fora ou dentro do Parque); empresas recém estabelecidas pós incubação (que podem residir como inquilinos em edificações do Parque chamadas “berçário”) e empresas estabelecidas já consolidadas com venda regular de produtos no mercado. Um segundo tipo de empresas também consideradas estratégicas na criação do parque são as chamadas empresas ”âncoras” constituídas por corporações de grande porte, que trazem credibilidade para o empreendimento: uma instituição bancária que será o agente financeiro dos investidores e elaborador/operador do project finance do empreendimento; um eventual grupo hoteleiro e empresas de serviços fornecedoras de serviços especializados do Parque; grandes e médias empresas de base tecnológica com departamentos de P&D dentro do Parque e possibilidades de estabelecer intercâmbio de conhecimento com outros parceiros (departamentos de universidades, centros de pesquisas e empresas emergentes). 

O PARQUE COMO EMPREENDIMENTO PRIVADO DE INTERESSE PÚBLICO

Do ponto de vista do setor privado, o Parque é visto como um empreendimento que tem como objetivo a viabilização de novas empresas e a busca de lucro. Nesta perspectiva, como qualquer negócio, envolve risco e incerteza com perspectiva de ganhos futuros. Tratando-se de um empreendimento baseado em investimentos que buscam a inovação de produtos e processos, o risco envolvido é bem mais elevado, pois existem grandes incertezas quanto à viabilidade tecnológica e o sucesso comercial do produto a ser desenvolvido, bem como a capacidade de interação dos atores em criar um verdadeiro sistema ou ambiente de inovação.

A incerteza da inovação aumenta em ambientes periféricos, como no Brasil, em função da escala insuficiente de aglomeração espacial de atividades de conhecimento. Neste sentido, o investimento inovativo se beneficia de economias externas tecnológicas relativamente pequenas, inibindo sua própria realização. Do ponto de vista do setor público governamental, o objetivo é mitigar estas incertezas para reduzir o risco e estimular os investimentos privados em tecnologia, que podem gerar significativas externalidades positivas para o desenvolvimento econômico local e nacional.  

Do ponto de vista da IEP – Instituições de Ensino e Pesquisa, o objetivo primeiro é potencializar a integração entre o desenvolvimento científico e tecnológico e a criação de empresas de base tecnológica, que realimentem o esforço de pesquisa, reduza a dependência tecnológica nacional e gere externalidades e sinergia econômica. Nessa perspectiva, não existe um risco econômico direto para a IEP, mas apenas um risco indireto ou custo de oportunidade, decorrente do esforço institucional e do uso de recursos humanos, laboratoriais e físicos.

FOCO OU ESPECIALIZAÇÕES DO PARQUE 

A experiência internacional, principalmente dos países ibéricos, tem mostrado que os Parques não temáticos são as alternativas mais favoráveis para o sucesso do empreendimento, possibilitando um crescimento mais rápido do mesmo e efeitos multiplicadores de mais curto prazo. Entretanto existindo uma política pública que priorize a vocação econômica e de infraestrutura das IEP (Instituições de Ensino e Pesquisa) deve-se considerá-la, pois será mais racional concentrar esforços em atividades já instaladas e com experiências concretas.  

Isto não significa que outras frentes não possam ser assumidas. Fica somente o alerta que qualquer iniciativa deve ser planejada com detalhes, caso contrário os recursos e esforços serão pulverizados e os resultados serão comprometidos. A forma de interação dos pesquisadores das IEP e Institutos de pesquisa com as empresas deve ser um importante fator na definição das fortalezas tecnológicas do Parque. Um aspecto não menos importante é a tradição de empresas tecnológicas estabelecidas na região. As oportunidades tecnológicas para os novos empreendimentos podem surgir dos efeitos de transbordamento desta aglomeração inicial, favorecendo determinada trajetória. É o processo resultante entre esta oferta de conhecimento potencial (das IEP) e a demanda efetiva por determinadas tecnologias (pelas empresas) que vai determinar as trajetórias predominantes no futuro.  

No Parque, com terreno de propriedade privada, foi analisada a área efetivamente disponível para eventual venda, já excluída a área das edificações coletivas e de administração do Parque. 

Por fim, a parte comercial (hotel, centro de convenções, agências de comércio exterior e turismo) é considerada de grande importância para o sucesso do Parque, como de áreas em fase de modernização de sua rede urbana, como Barretos, onde pode haver fortes sinergias entre desenvolvimento tecnológico e oferta de serviços modernos e de negócios.
 

FÓCO NAS VOCAÇÕES LOCAIS 

Em Barretos trabalha-se para a implantação do Parque Tecnológico com vocação em Agrotecnologia contemplando as seguintes atividades: Máquinas e Implementos, Instrumentação Agropecuária, Pastos e suas tecnologias, Integração Agricultura / Pecuária, Tecnologias e Técnicas de Manejo, Rastreabilidade e suas Tecnologias como implantação de Chips, Programas de Qualidade Total, Gestão, Legislação do setor, Raças de Corte e de Leite, Tipos de Corte, Produtos Cárneos, Produtos do Leite, Logística de Transporte, Canais de Distribuição, Marketing, Câmaras Frigoríficas, Tanque para Conservar e Transportar Leite, Pasteurização, Mercado Externo, Geoprocessamento de Propriedades, Monitoramento de Animais via satélite, Técnicas para controle da saúde animal, Raio-X, Tomografia, Ultrassom, Ressonância Nuclear Magnética, GPS, Controle da Qualidade da Água e do Solo, Laboratórios de Análises de metais pesados, resíduos tóxicos, dosagem hormonal, vacinas e controle de resíduos medicamentosos, Melhoramento Genético, Técnicas de Inseminação Artificial e de Transferência de Embriões, Clonagem, etc. 

Barretos conta com as seguintes instituições que contribuirão com a infraestrutura e conhecimento, fundamentais para dar consistência ao Parque: 

UNIFEB – Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Ensino, Pesquisa e Extensão, com 21 cursos superiores, diversos laboratórios, com equipe de mais de 200 especialistas, mestres e doutores); IBT – Instituto Barretos de Tecnologia (Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico) com 23 anos de atividades em Pesquisa Tecnológica e desenvolvimento Regional que coordena o Projeto Agropolo da Região de Barretos (28 Municípios) desde 1998 e a Incubadora Empresarial Tecnológica de Barretos, desde 1997; Pólo regional de Desenvolvimento – Alta Mogiana – APTA / SAA – Colina-SP; CATI – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral da SAA; INAGRO - Incubadora de Agronegócio – Jaborandí – SP; Escola Técnica do Centro Paula Souza – Barretos – SP; Sindicato Rural do Vale do Rio Grande – Barretos – SP; Programa SAI – Sistema Agroindustrial Integrado – Sebrae-SP; IFET – Instituto Federal de Educação Tecnológica, com vários cursos técnicos e superiores, Faculdade Barretos, com 3 Cursos Superiores e vários na modalidade EAD; Liceu Tecnológico com vários cursos técnicos e de extensão; Pólo da Universidade Aberta (MEC) com cursos da UFSCar e da UnB; e Prefeitura Municipal de Barretos.

FASES DE DESENVOLVIMENTO DO PARQUE TECNOLÓGICO 

O desenvolvimento do Parque pode ser dividido em 3 fases, em que pese as dificuldades em estabelecer claramente seus limites e o tempo de duração de cada uma: incubação, consolidação e maturação. 

A maioria das experiências mostra que a fase de incubação dura entre 24 e 36 meses, envolvendo a concepção da idéia, estudo de viabilidade (como a capacidade de recrutamento das organizações de P&D e viabilidade financeira), criação de uma estrutura provisória de governança, constituição legal do Parque e anúncio formal de sua criação, estudos detalhados de planejamento (plano de negócios e projeto imobiliário e urbanístico), alavancagem de fundos (seed money), estrutura definitiva de governança, criação de infraestrutura básica e início da ocupação do terreno por edificações de uso coletivo e empreendedores (através de aluguel, leasing ou compra do terreno), instalação de empresas âncora. Em geral esta fase é considerada concluída quando a primeira organização de P&D é estabelecida no parque. 

A fase de consolidação é a mais longa, chegando a durar até 8 anos, e a que apresenta a mais alta taxa de mortalidade deste tipo de empreendimento. É o período em que a ocupação da área pelos empreendedores torna-se decisiva para sua viabilidade enquanto espaço de concentração de P&D. Neste sentido, o marketing e esforço de recrutamento tende a ser o foco da atividade de gerenciamento do Parque. É também o início da arrecadação de receitas tributárias municipais e estaduais e da geração do efeito multiplicador da renda regional. O sucesso desta fase poderá ser medido pelo número de empregos criados, rendimentos auferidos diretamente pelas atividades de P&D e faturamento das empresas. 

Finalmente, a fase de maturação pode ser medida quando a taxa de ocupação do Parque garantir sua sustentabilidade enquanto empreendimento, e sua capacidade de transbordamento se manifestar em termos de encadeamentos para trás e para frente com instituições de pesquisa e negócios fora do Parque. Assim, será perceptível seu efeito sobre o crescimento e a estrutura econômica regional, a multiplicação de novas empresas e a maior aglomeração industrial local

O PAPEL DA UNIFEB E DO IBT      

As Instituições UNIFEB e IBT cumprem um papel central na criação do Parque Agrotecnológico de Barretos, dada sua dimensão e qualidade na formação de alunos de graduação e pós-graduação e capacidade de pesquisa científica. O Parque não pode prescindir dessas Instituições e nem estas poderiam se omitir num arranjo institucional de sua criação.  

Mais do que isto, cabe a elas um papel de liderança em qualquer iniciativa desta natureza. Não se deve perder de vista, por outro lado, que este tipo de empreendimento é de interesse público, mas de natureza privada, com presença do empresariado como elemento chave nas decisões de investir e na gestão do empreendimento. É salutar e necessário que a liderança do processo seja compartilhada entre os grandes parceiros, incluindo os Governos Municipal, Estadual e Federal. O maior benefício deste tipo de empreendimento para a FEB e para o IBT é a possibilidade de transformação de conhecimentos científicos gerados internamente em produtos tecnológicos, ampliando o vínculo universidade-empresa, que no longo prazo poderá gerar efeitos positivos para o desenvolvimento econômico da região e melhoria de renda para sociedade local. 

De forma recíproca, a presença do Parque poderá estimular e alavancar a pesquisa científica e tecnológica. Além de servir como fonte direta de financiamento à pesquisa aos docentes/pesquisadores, este estreitamento entre a produção científica e tecnológica local se constituirá em fator de atração de financiamentos originados de projetos especiais de agências de fomento, como os novos fundos de fomento à P&D das agências reguladoras sob a intermediação do MCT, e de empresas privadas a exemplo do que ocorre nos países desenvolvidos.   

Por fim, a criação de um ambiente inovativo na cidade será um fator realimentador das atividades de ensino, pesquisa e extensão na região, como por exemplo, o esperado aumento de demanda por cursos de treinamento de pessoal em nível de pós-graduação lato sensu e mestrados profissionalizantes. 

PREMISSAS PARA A TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA 

As premissas para a transferência de tecnologia a partir da UNIFEB, IBT e outras instituições conveniadas e parceiras serão: (1) a emergência de novos empresários abrindo empresas nas incubadoras (Agronegócio e Tecnológica); (2) o crescimento de empresas incubadas como arrendatários de uma instalação multiusuário; (3) que parte dos docentes, alunos e ex-alunos estejam dispostos a comercializar suas pesquisas, através de empreendimentos produtivos ou de sua transferência para terceiros; (4) que as empresas possam ser desenvolvidas próximas às Instituições locais; (5) que seja definido um planejamento de metas factíveis das incubadoras; (6) que os empresários inovadores locais estejam dispostos a participar do empreendimento; (7) existência de uma ampla gama de serviços de apoio (financeiros, fornecedores/clientes, gerenciamento e comercialização de bens e serviços tecnológicos). 

FORMA DE GESTÃO 

A experiência internacional mostra que a maioria dos Parques Tecnológicos tem gestão privada (direção executiva) supervisionada por um conselho de administração (Deliberativo) composto por instituições públicas (universidades, centros de pesquisa, municipalidade e governo estadual), por empresas privadas e por representantes da sociedade civil, em proporções iguais. No caso de Barretos, nas estratégias de longo prazo do Parque Agrotecnológico estarão contemplados os interesses do desenvolvimento regional, de forma sustentável e socialmente mais igualitária ao mesmo tempo em que a forma privada de gestão trará racionalidade econômica para a tomada de decisões do empreendimento.

MODELO INSTITUCIONAL E FORMA DE PARTICIPAÇÃO

O modelo adotado de organização institucional para o Parque é o de instituição privada sem fins lucrativos, no formato de organização social (OS), para garantir autonomia administrativa em relação ao setor público sem perder a referência de um empreendimento privado de interesse público. 

O Parque será construído em um terreno de propriedade privada de 1 milhão de m2 cuja negociação foi feita com os proprietários que, como incorporadores, comercializarão a área (80%), sendo o restante (20%) doados à Prefeitura como área Institucional para investimentos públicos, respeitadas as exigências das Instituições de Ensino técnico, tecnológico e superior de áreas afins, de modo a garantir o uso por organizações comprometidas com áreas tecnológicas definidas como prioridade e que não poluam o meio ambiente.

 O estudo técnico e ambiental e de uso e ocupação do solo está sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal de Barretos, assim como a urbanização da área institucional. A urbanização da área restante é de responsabilidade do proprietário da área que como incorporador fará a comercialização das áreas às empresas interessadas, garantindo-se os compromissos com as instituições de Ensino e Pesquisa já citadas.  

O envolvimento do setor produtivo é fundamental, por essa razão mecanismos de gestão adotados garantirão a continuidade do empreendimento e que o mesmo será gerido por organizações independentes, que não sofram interferência política e risco de descontinuidade. Para isso tornou-se necessário a criação de um conselho deliberativo constituído paritariamente por Instituições de Ensino e Pesquisa, órgãos públicos e por organizações da sociedade civil como empresas e associações de classe, respeitando-se as decisões científicas e tecnológicas das instituições responsáveis por essas ações.  

A Coordenação e Gestão são assumidas por pessoas qualificadas originárias de Instituições de Ensino e Pesquisa, com vasta experiência nessas atividades, escolhidas pelo Conselho Deliberativo.  


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Última modificação: 17 novembro, 2009

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